Investimentos em ações de marketing e comunicação costumam trazer aos empresários e executivos de marketing um certo desconforto, pois apesar de necessários, para fazer a coisa do jeito certo e obter bons resultados, o investimento pode ser grande.

A internet até trouxe algumas opções que podem ajudar a economizar bastante, mas essas opções se limitam à questão do preço ou até mesmo da gratuidade, pois na hora de trazer resultados efetivos e duradouros a melhor coisa que você tem a fazer é procurar um bom designer, que tenha experiência, conhecimento, visão estratégica e talento, qualidades que plataformas de leilão online ou de construção gratuita de sites não poderão entregar, pois se baseiam em templates ou atraem designers com pouca experiência em início de carreira, que precisam entrar no mercado e montar seu portfolio.

Certo, mas os médios e grandes escritórios de design (lembre-se: empresa de design não é o mesmo que agência de publicidade) costumam cobrar preços altos, inacessíveis aos pequenos e médios empresários. Nesse caso, sobra a opção de contratar bons designers independentes, também conhecidos como autônomos ou freelancers, embora essa última denominação carregue um certo preconceito. O fato é que se o designer tiver todas as qualidades necessárias para entregar um bom projeto, com potencial para gerar os melhores resultados possíveis, contratar projetos avulsos pode demandar um investimento, ainda, alto.

 

Existem alguns modelos de cobrança tradicionais nesse mercado:

O profissional (ou o escritório) poderá cobrar por projeto, por hora ou pelo que se convencionou a chamar de Fee (do inglês taxa) que é uma mensalidade que dá direito a um determinado número de projetos por mês. Esta última forma de cobrança costuma trazer vantagens para os dois lados (cliente e designer), pois traz maior previsibilidade financeira para ambos os lados. O cliente sabe o quanto e por quanto tempo irá investir (com pouca ou nenhuma variação) e o designer, por sua vez, consegue fazer uma previsão de receita e trabalhar com maior tranquilidade, além de poder planejar seu fluxo de projetos de maneira mais organizada, por essa razão, o designer costuma oferecer descontos pela segurança desse modelo de trabalho (uma relação comercial de médio e longo prazos obriga à assinatura de um contrato) .

Estamos às margens de um novo ano e a crise econômica começa a ceder espaço para melhores perspectivas no mercado empresarial, indicando que estamos em um momento muito propício para planejar ações de marketing (que quase sempre envolvem design, em algum nível) que nos permitam sair da estagnação e buscar aumento de receitas e maior lucratividade. Realizar ações pontuais não costuma trazer bons resultados, afinal, conquistar o consumidor ou novos clientes significa tentar atrair e convencer pessoas que, normalmente, estão com seu foco voltado para outros assuntos. Isso leva tempo, demanda esforço e inteligência.

Sabemos também que estratégias, quando postas em prática, exigem correção de curso, pois as variáveis incidentes são inumeras, existe muita imprevisibilidade na dinâmica dos acontecimentos e muita subjetividade na tomada de decisões pelas pessoas. Dessa maneira, é indiscutível a necessidade de fazer investimentos constantes, frequentes em ações de comunicação de marca para que seja possível obter informações mais confiáveis, analisar estas informações e implementar os ajustes necessários para colher resultados satisfatórios ao final do processo.

Sabendo de tudo isso, minha recomendação é contratar projetos de design através do modelo de Fee Mensal, pois somente esse modelo viabiliza maior controle e mais previsibilidade.

O EW Design Studio, acaba de reformular o seu programa de Fee Mensal, que chamou de Clube do Design EW. São 8 planos de investimento, com variações no tempo de contrato, número de alterações, quantidade e tipos de projetos, possibilitando que empresas de todos os portes possam investir em design profissional sem desfalcar seu caixa.


 

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